quarta-feira, 28 de maio de 2008

Chique diduê!

Não é para qualquer um...
A noiva importou para São Paulo por uma semana inteirinha e famosíssima modista e estilista Vera Oriente, responsável por vestir as mulheres mais chiques da sociedade brasileira.

Durante este tempo foram realizadas as compras dos materiais nas melhores grifes da sociedade paulista, primeira prova do vestido da noiva e de quebra Vera Oriente voltou com os vestidos da madrinha Fernanda, também irmã da noiva, e das mães dos noivos encaminhados.

Houve aglomeração de paparazzi e fãs das criações da estilista em torno do apartamento da Noiva, no distinto bairro Vila Nova Conceição, em busca de informações sobre o vestido da Noiva e últimas tendências da moda. Todos estes exclusivos modelos de Vera Oriente serão apresentados ao seleto grupo de convidados no casamento de Elaine e Angelo em novembro.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A pergunta que não quer calar

Por onde andam os noivos????
Se você souber de alguma informação sobre eles, por onde andam, como estão os preparativos... Envie um comentário para este post.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Casamentos do Mundo – Japão

As cerimônias tradicionais são festas extremamente caras, onde os custos básicos da classe média variam entre US$ 50 mil a US$ 500 mil.

A lista de convidados é restrita, limitada a apenas os empregadores, a família e alguns poucos amigos – nesta ordem. É muito comum apenas um dos membros da família ser chamado.

As vestes também devem seguir toda a pompa: terno preto com camisa e gravata brancas, para eles, e as mulheres devem usar quimonos ou vestido de gala.

Uma curiosidade sobre o ritual: A noiva chega a trocar de vestido quatro vezes. A preparação da noiva exige a ajuda de pelo menos três assistentes. Pesado, por causa das roupas sobrepostas, o quimono fica completamente amarrado ao corpo e impede qualquer movimento mais ousado.

O objetivo da maquiagem é deixar a pele bem branca. O cabelo some e, no lugar, surge uma peruca, com muitos arranjos. O tsuno kakushi é uma espécie de capuz, que representa a obediência da mulher ao marido. O noivo veste um quimono preto, com o brasão da família. No lugar do sapato, um chinelo com meia branca.


A celebração em si é curta. Na abertura o auxiliar do sacerdote faz a purificação dos participantes com incenso. Sentado sobre as pernas e de frente para o altar, o sacerdote faz uma prece. Não é permitido fotografar ou filmar o altar e o sacerdote. Para celebrar o momento, os noivos devem tomar saquê, em pequenos goles, alternados em três cálices diferentes. A bebida é servida por duas jovens necessariamente virgens, que atuam como assistentes da cerimônia. Este é o momento que se considera o casamento consumado. Depois disso vem a leitura do seishi, o juramento de amor e fidelidade, escrito em japonês antigo. Para encerrar, os noivos fazem uma oferenda aos deuses.

As noivas japonesas usam inúmeros trajes durante a festa. A cada troca de roupa, muda também o penteado e a maquiagem com a mesma freqüência.Acredita-se que as trocas constantes servem para enfatizar a beleza da mulher. E quanto mais quimonos e vestidos diferentes, mais ricas são as famílias.
Os convidados, assim que entram no salão, precisam parar numa mesa logo na entrada para deixar seu presente. O costume é dar dinheiro, guardado num discreto envelope chamado de Noshibukuro. Há até uma espécie de tabela para ser seguida. Amigos devem dar 30 mil ienes; parentes, 50 mil ienes e padrinhos pelo menos 100 mil ienes.


No salão, cada um tem seu lugar predeterminado para sentar, escolhido pelos noivos. A grande diversão da celebração são os discursos. Uma lista interminável de pessoas pega o microfone e solta o verbo em homenagem aos recém-casados. Depois é a vez do par retribuir, lendo cartas para seus pais e fazendo um derradeiro agradecimento pela presença de todos.

A maior curiosidade, no entanto, fica por conta do bolo: como um de verdade não sai por menos de 50 mil ienes, os noivos preferem os feitos do mais puro plástico. Mesmo assim, se resolverem cortá-lo, precisam pagar 5 mil ienes. Mas não podem colocar a faca no lado que bem quiserem. Existe um lugar determinado para o encaixe da lâmina. Com isso, o mesmo bolo é usado para várias festas seguidamente.

No final, os noivos dão presentes de agradecimento. Para as mães, são entregues buquês de flores. Para os melhores amigos, lembranças especiais. Os demais convidados ganham louças e cerâmicas.

No horário combinado, normalmente depois de quatro horas, as pessoas se retiram. Afinal, as festas no Japão têm hora marcada para começar e terminar.

terça-feira, 20 de maio de 2008

O noivo

(Foto de Pri Noivinhos: http://prinoivinhos.blogspot.com)

Uns dizem que o noivo é do Chuí, outros de Santa Vitória, ele diz que é da Barra do Chuí... Mas na real o noivo é cidadão do Mundo... Nasceu para conhecer e conquistar todos os lugares deste planeta...

O noivo já foi garçom e fotógrafo também... No tempo de garçom teve como uma de suas clientes ilustres a Gabriela Sabatini... Não era um garçonzinho qualquer não... e como fotógrafo, um de seus trabalhos foi para a COPERVE, tirando fotos do vestibular da FURG.,... aliás é um ótimo fotógrafo... Acho que foi a câmera digital dele a primeira que vi. Ele apareceu na minha casa, ainda não como namorado da minha irmã, com o sistema mais tosco de scanner que já vi... Era mais ou menos assim, ele enquadrava um foto qualquer na máquina e batia outra foto, e assim ela ficava digitalizada... Tosco, mas a princípio funcionava... Diz ele que neste dia eu ficava encolhidinha num cantinho meio que me escondendo atrás do meu pai... disso eu não lembro, mas tenho que admitir que é possível...

Eu fui a primeira, se não a única, a descobrir que uma das fotos do álbum de fotografias profissionais dele é de uma mosca, e não de uma abelha como costumam pensar... Falando em foto, uma vez ele pegou uma foto minha que tem a noiva e as irmãs no dia do meu aniversário do Mc Donald’s e disse que queria scannear (de verdade, com aquele aparelhinho próprio para isso e tudo) e até hoje não me devolveu.... Cunhadinho... eu não esqueci!!!! Estou esperando a minha fotinho de volta....

Ah... e eu não posso deixar de descrever o meu cunhado como eu sempre costumo dizer... Por favor, não pensem que sou preconceituosa... Eu gosto dele mesmo assim.. rsss... Ele é colorado, petista e pobre... e quer saber, o pior é que duas destas são por opção mesmo, vai entender... O importante é que tem saúde...

Angelo, cuida bem da minha maninha viu? E o meu sobrinho vai ser Gremista!!!!

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Dica de site

Deixo aqui a dica de uma matéria do G1 indicada pela Fernanda Rafaeli (http://fernandacerejantastica.blogspot.com):
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL470817-5598,00-SAIBA+O+QUE+PEGA+BEM+E+O+QUE+PEGA+MAL+EM+CASAMENTOS.html
O G1 fez a semana das noivas com diversas informações, imagens, tendências e costumes de casamentos... Valeu Fernanda!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Receitinha

Olá... Aqui vai uma receita do tradicional doce dos casamentos... Casadinhos... Ainda não experimentei, mas quando fizer eu digo se fica bom.... Se alguém testar antes, ou tiver outra receita melhor, pode colocar aqui as dicas e sugestões para a gente...

Ingredientes:
04 ovos inteiros;
04 colheres (sopa) de açúcar;
01 colher (chá) de fermento em pó;
07 colheres (sopa) de farinha de trigo;
01 xícara (chá) de açucar de confeiteiro;
1/2 xícara (chá)de água morna;
Margarina para untar
Papel manteiga para forrar a forma
Doce de leite para rechear

Preparo:
MASSA
Bata os ovos com o açúcar, até formar um creme leve, junte o fermento e bata mais um pouco. Junte a farinha aos poucos, e misture levemente com uma colher. Unte um tabuleiro grande com margarina, forre com o papel manteiga e unte o papel manteiga. Pingue colheradas pequenas (colher de sobremesa), com espaço entre elas. Asse por cerca de 15 min, ou até dourar as bordas. Desenforme ainda quente.

CALDA
Misture o açúcar com a água para formar uma calda levemente grossa.

MONTAGEM
Passe uma boa quantidade de doce de leite em uma parte, junte com a outra e una apertando um pouco. Banhe na calda e ponha para secar dos dois lados. Ficará uma camada fina de açucar.

RENDIMENTO:
Rende cerca de 30 casadinhos.

sábado, 10 de maio de 2008

A noiva

Conheço a noiva desde que estava na barriga da minha mãe... Quando cheguei da maternidade levei até um presentinho para ela... Acho que era um bonequinho dentista que tinha que extrair os dentes do paciente sem tocar na gengiva senão ele gritava... Pobre da outra irmã se sobrasse para ser cobaia... eu não tinha problema, pois ainda não tinha dentes...

A Nani é a minha irmã mais velha... e eu sou a mais nova... Então acho que devo despertar nela um instinto meio mãe, de protetora... Quando os nossos pais iam sair, era ela que ficava responsável por cuidar de mim e da Nanda... Quer dizer, ela que ficava responsável em mexer no fogo, na eletricidade e abrir as latas ... É! Os nossos pais iam jantar e a gente fazia um super piquenique com pipoca doce com leite condensado e salgada, negrinho, branquinho, e até massa de bolo para comer crua de colher... Às vezes era ela quem fazia a minha mamadeira, um dia ao mexer o leite ela deixou a colherinha cair ao fundo e eu tive que tomar a “dedeira” com a colher indo para lá e para cá. Desde então, sempre que ela preparava a minha mamadeira deixava cair “acidentalmente” a colher dentro dela.
Às vezes ela era um pouco egoísta, talvez porque eu era pequena demais e ela tinha medo que eu ou Nanda estragássemos as coisas dela... Por exemplo, o disco (aqueles de vinil mesmo) Rádio Pirata ao vivo do RPM ela não deixava a gente nem chegar perto.
Não devia ser fácil dividir um quarto com duas irmãs pequenas... Mas ela ainda tinha o privilegio de dormir na cama de cima, porque era “grande”. Por isso, quando a gente se mudou para a “casa 2” ela foi a primeira a ter um quarto só para ela...
Ela também foi a primeira a ter bichinhos de estimação (o Peri e a Quita – um casal de periquitos). Foi numa pet shop comprando comida para os periquitos que ela levou para casa o Chico, um coelho branco que não parava de comer couve e fazer sujeira. Depois de romper esta barreira que a gente pode ter cachorros em casa. Obrigada Nani!!!!
Eu lembro do dia em que ela fez 25 anos que eu disse para ela que tinha que começar a usar Renew... Xiii.... Este ano já sou eu... rsss
Agora é a vez de ela romper outra barreira, ao se casar ela está abrindo espaço para as
Irmãs da noiva... Agora só faltam os sobrinhos... Mas não te assusta, quando tu ensaiou comigo eu descobri que tu és uma ótima mãe.